Esse
filme nos ensina, que o nosso destino,
somos nós que o fazemos. Que não importa as dificuldades e os obstáculos do
caminho, nunca seremos velhos demais para irmos em busca deles ou sonhar um
novo sonho.
Uma
sena que mais me identifiquei no filme, foi quando a Donna (personagem
principal) tem que ficar primeiro fazendo pequenos voos (por uma treta que a
Christina Applegate, eterna Patricinha de Beverly Hills, arruma), ela acaba
estagnada, como se a vida dela estivesse no freio automático, sem grandes
emoções. Mas, apesar de caí no limbo, ela usa esse momento, como uma
oportunidade de se aprimorar, aprendendo um novo idioma, e se tornando, a cada
dia, uma excelente comissária de bordo. E mesmo quando tudo parecia estagnar e não
ir mais pra frente, lá vinha o lema:
“Paris, primeira classe, internacional”.
E esse
não é o sonho de muita gente? Paris! Não digo primeira classe, mas
internacional… Ahhh… Isso sim é um sonho alto, pelo menos pra mim…






