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Tempo de Acreditar

Acreditar destrói os medos...

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Há o tempo, esse que nos monta, desmonta e remonta e molda (quando deixamos) tenho aprendido, que ele nem é tão ruim como havia, tempos atrás, classificado. 

O tempo é bom, o tempo é sagrado. Ele tem me ensinado a remar e a conduzir o meu barquinho em águas claras, calmas, respeitando o vento que sopra, o ritmo do rio, e navegando rumo a esses encontros, bonitos por demais. O encontro com o outro, com os nossos defeitos, e aprendendo que as nossas “verdades” é só fragmento de uma verdade mas que nunca vai ser inteira.

Aprendido de uma forma um tanto bonita que podemos nos reinventar sempre quando a vida nos pede e nos exige uma trilha sonora nova, mas que nem por isso deixaremos de sermos nós mesmos, MUDAR É PRECISO, mas o caráter esse O TEMPO SÓ APRIMORA. Porque o respeito e a liberdade de espírito com os nosso princípios, este, nunca pode ser deixado de lado.

E esse tempo tem me ensinado a focar no que realmente importa e vale apena. Aprendo a duras pena, a relevar certas coisas. Porque é muito barulho por nada! E, pra ser sincera, não estou disposta a gastar minhas energias por aquilo que não vale nem uma nota de rodapé na minha história. 

Estou simplificando e seguindo em frente! ...Porque olhar para trás nunca foi uma opção…
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Coloquei minha esperança no Senhor e Ele me ouviu. Veio até mim, se aproximou para ouvir meus gemidos de dor. Envolta em seus braços esperei. Por muito tempo me senti sozinha, mas finalmente senti que Ele estava olhando por mim, me erguendo do fosso, me lavando do pecado, me alimentando da graça.
Ele me levou até o monte mais alto e me pôs sobre uma rocha sólida para ter certeza que eu não escorregaria. Me ensinou a cantar uma nova canção. Me deu novos olhos para ver suas maravilhas. Ele me ensinou a adorar de uma maneira diferente, de uma maneira profunda e de coração quebrantado. E então entendi o mistério, abandonando-me nos braços do Eterno senti o vazio sendo preenchido.
Salmos 40:1-3
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Ao chegar a um certo ponto da vida, as opiniões aleias já não importam tanto (graças a Deus por isso), porque o que importa mesmo, é saber, de que jeito estamos conduzindo-a, isso sim importa e muito. Deveríamos então, Acordar, todos os dias dispostos a fazer o que nos deixa com o coração mais forte. Sei lá… Pintar, bordar, desenhar, fazer contas sem papel ou montar planilhas. Ler um livro, sem aquela obrigação de lê-lo.

Ser feliz pela felicidade dos outros, mas não achar que isso é uma regra: Antes de tudo, buscar a nossa, dentro de nós.

Dar passagem para o pedestre, não ultrapassar sem dar seta, buzinar para agradecer quem nos deu passagem. Por uma boa música na hora de faxinar. Dançar, ainda que por um dia, sem aquele medo absurdo de ser ridículo. Preferir ser livre do que ser aceito. Nos permitir ser, o que quisermos ser: NÓS MESMO.

Nos dias aparentemente comuns, olhar, ainda que de relance e ver poesia no mundo, até nos dias preto e branco. Aprender com as lágrimas, com as derrotas e os fracassos (isso nos tornará mais sábio, podem acreditar). Diante de uma situação embaraçosa, respirar fundo, fundo, fundo mesmo e se controlar.  Acordar e ter preguiça de colecionar problemas. Ter uma poupança, mas não se poupar de viver. Role na grama ou admire o movimento da cidade. Sempre elogie alguém pelo trabalho bem feito. Esqueça tudo, mais não esqueça de dizer: Por favor e obrigado (isso é muito importante!)

Se olhe no espelho e se ache legal. Se aceite, se ame e sonhe sem parar, porque sonhar, nunca pagou imposto. Faça novas amizades, mas não perca de vista os velhos amigos. Se arrume, passe batom vermelho ou se controle no blush. Não faça a barba, mas apare o bigode. Deixe uma criança se sujar e se extasiar ao prazer de andar descalça. Se pegar resfriado, lembra que tem chazinho que cura, porque só se têm infância de verdade quem cresce com os pés no chão.

Ame alguém com todas as forças, mas guarde forças para se amar um pouco mais. Faça uma lista de desejos e tente realizá-los. Plante, cuide, ame, colha e desfrute: isso serve para qualquer coisa. Fale, opine, deixe que os outros saibam o seu ponto de vista, mais não coloque sua opinião em um pedestal. Prefira sempre uma rodada de amigos rindo à toa, do que perder tempo lendo fofoca na internet.Dê chance as pessoas.

Adote um bichinho e deixe ele adotar seu coração. Aprenda com qualquer pessoa sobre qualquer coisa. Escute o mundo e a si mesmo. Tire sarro de alguém, mas se zoe muito mais. Enxergue bondade. Aprenda a tocar um instrumento musical ou algo que você sempre quis aprender mais nunca se permitiu tentar. Cuide de você, de quem você ama, e principalmente, demonstre amor por ela. Não julgue sem conhecer, não dê indiretas, não remoa: resolva tudo diretamente, mas com calma. Esfrie a cabeça e depois fale.Resolva, mas se resolva primeiro.

Encontre equilíbrio na instabilidade.  E por fim, mais, não menos importante: Sorria minha pequena. Sorria assim, de leve, exagerado, pra dentro, e depois, depois sorria ainda mais pra fora, ao redor, e quando então sorrires, veras que o mundo se tornará multicor…
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Pegavam sempre o mesmo ônibus,
Quando vago, sentavam sempre no mesmo lugar
Admiravam a mesma paisagem,
Embora o olhar se inclinasse por janelas opostas.
Percorriam sempre a mesma estrada.
O comodismo derivava continuamente e se espremia,
Mas não ardia…
No meio deles, o silêncio gemia
Pelos olhos e pelo canto da boca.
Sentados sempre na mesma linha
No mesmo assento, tons de cinza…
Cada um, com sua música e mundo
Os dois com fones branco
E jeans de ontem.
Por anos foi assim….
Nunca trocaram se quer uma palavra falada.
Como também nunca trocaram de lugar.
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Lembro que eu costumava ter muitas dúvidas antes de entrar na faculdade: Eu ia passar? Eu iria gostar do curso? As pessoas seriam legais? Eu conseguiria administrar a minha vida maluca de trabalhar e estudar? Conseguiria um estágio logo? E se eu conseguisse, daria conta? Largaria o emprego e voltaria pra casa? Ficaria em dependência? Eu pensava nas coisas milimetricamente e tentava listar todos os problemas que eu poderia ter.

Os dias passaram, tive de estudar por conta própria, foram muitas madrugadas em claro. (Sabe como é, quando se trabalha e estar no último ano do ensino médio, não sobra muito tempo para frequentar um cursinho) Com muito esforço, eu acabei entrando em uma faculdade, na verdade, fui aprovada em cinto (naquela época era muito mais difícil de ser aprovada em uma Universidade Federal, e veja só, fui aprovada em cinco, eu nem acreditava!) Agora eu teria de escolher entre Geografia, Jornalismo, Turismo, Pedagogia e Direito.

Eu lembro que na época eram tantas vozes tentando influenciar minha escolha, e eu tinha de decidir logo, no fim das contas, escolhi a Geografia, e as coisas foram seguindo seu fluxo normal. Mesmo na faculdade, continuei trabalhando, conheci pessoas, fiz amigos, adorei e odiei professores, arranjei estágios legais, conseguir duas bolsas de Iniciação Cientifica, ministrei aula de Geografia do Brasil no cursinho pré vestibular da minha faculdade, consegui passar nas matérias e chegar ao tão sonhado último ano. Se pensei em desistir nos momentos difíceis? Sim, até eu quis jogar tudo para o alto uma vez ou outra. Mas tô aqui.

Passei os últimos meses todos pensando no meu TCC. E enquanto eu pensava no roteiro de viagem para a pesquisa de campo, nos teóricos que eu usaria para dar consistência na pesquisa, sobre essas minhas constantes trocas de temas e orientador, na incerteza do que eu trabalharia, enfim, me vi pensando num futuro tão próximo e tão longe que parece quase irreal. Vai dar tudo certo na banca? Eu vou conseguir tirar uma boa nota e ser aprovada? Por agora essas duas dúvidas me mente um medão.

O que eu farei no ano que vem? Conseguirei ser aprovada no mestrado? Vou atuar na área da Licenciatura ou do Bacharelado? Todos esses questionamentos me causam borboletas saltitantes no estomago. Essas dúvidas me assustam mais que tudo na vida e me faz travar, toda vez que penso a respeito.  Parece um tapa na cara: e aí, como vai ser o futuro?

Já vi alguns amigos passarem por isso. E, por incrível que pareça, estão aí, vivinhos da Silva. Porque, no real, crescer dá dor de cabeça, é cansativo e, às vezes, até chato. Mas a gente cresce e nem vê. Engata a primeira e vai. Acaba entrando no automático e aprende, muitas vezes, no tranco. Mas cresce, sabe? Chora um pouco, grita, esperneia, bate o pé, mas cresce. E continua vivo.

E por isso eu ando tentando abandonar essas minhas neuras. Porque imaginar detalhadamente cada problema que pode acontecer é cansativo e me faz deixar de pensar no momento que realmente importa: No aqui e agora. Afinal, o que é o futuro além do reflexo das nossas escolhas no presente? E o que eu aprendi com os últimos tempos é que, ainda que com medo, a gente acaba sobrevivendo aos desafios. E fica até feliz em encará-los e superá-los.

E aí, no fim das contas, crescer pode até doer, mas não é um bicho de sete cabeças. Eu sei, dá medo do que a gente não conhece, eu sinto isso quase todo o tempo, mas se você estiver com medo, vai com medo mesmo.

Boa sorte pra nós….
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Quantas coisas ainda estão por acontecer? Quantas pessoas ainda vão passar por nós? E as marcas, quais serão? Uma lembrança boa ou um sentimento de "melhor nem termos nos cruzado"!?...

Quantas pessoas ainda vamos adicionar na nossa lista telefônica? Quantos outros vamos deletar? A verdade é que nunca vamos saber, das tantas voltas e voltas que a vida ainda vai dar, ainda mais se a pararmos por medo dos rumos contrários que ela tomou alheia à nossa vontade...

Mas pensando bem, são perguntas tão gostosas de se descobrir
E a gente tem é que viver, não importando quantos tombos, quantas dores, quantas pancadas mais a vida vai nos dar!

Porque no fim das contas, todas elas valem a pena, se nos lembrarmos sempre, de quantas risadas, quantos sorrisos, e quantas surpresas ela ainda tem para nos proporcionar...

Porque nem sempre as coisas acontecem da maneira como a gente quer, mas isso não quer dizer que elas não possam ocorrer melhor ainda!
Com quais cores você hoje vai querer pintar o seu dia!?
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No meio das lágrimas, eu descobrir dentro de mim um sorriso invencível. No meio do caos, eu descobrir dentro de mim, uma calma invencível. No meio a dor, eu descobrir uma força invencível. Eu caminhei no contra mão me realizei, depois de tudo… E isso me deixa feliz!

Por isso eu digo: Não importa quão difícil e duro o mundo venha contra mim, dentro de mim vai ter sempre algo mais forte, algo melhor, que vai empurrar contra de volta, bater de frente com todas as coisas, ruins que vierem.
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SOBRE MIM

Oi, eu sou a Leila! Uma eterna colecionadora de histórias, sonhos e memórias. Aqui é onde eu compartilho as lembranças de tudo o que eu vivo e experiencio pelo meu caminho. Pequenos registros, pensamentos soltos e inspirações para uma vida mais simples e autoral. Porque eu tenho um par de asas na alma, sinto tudo com toda a intensidade e acredito que todos os dias é um grande dia para viver algo incrível....

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